A pasta informou que a oferta dos novos medicamentos exigirá um investimento de 12,5 milhões de reais. O tratamento com os dois remédios contra a HAP, ambrisentana e bosentana, custará ao ministério 530 reais mensais por paciente. Pessoas com essa doença apresentam artérias pulmonares mais estreitas. Essa condição faz com que o coração precise de mais força para bombear o sangue até os pulmões e causa dificuldades para respirar. As novas drogas contra a doença dilatam os vasos e aliviam esse sintoma.
Os novos remédios contra o câncer de pulmão, erlotinibe e gefinibe, inibem o crescimento, a multiplicação e a sobrevida das células do tumor, de acordo com o Ministério da Saúde. "Segundo estimativas, esses medicamentos devem atender a cerca de 20% dos pacientes que, atualmente, são portadores de câncer de pulmão", diz o ministro Alexandre Padilha.
A pasta informou que terá o prazo de 180 dias a partir desta sexta-feira para disponibilizar os quatro medicamentos na rede pública.
Fonte: Veja
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