Imagem: Divulgação
Fernanda Lages
Os peritos montaram seu "escritório" numa sala de hotel de Teresina e convocaram dezenas de pessoas para serem ouvidas. A preocupação maior tem sido em checar as informações de todas aquelas que foram relacionadas como informantes ou testemunhas. Mesmo sabendo que o vigilante havia sido exaustivamente ouvido pela Polícia Federal e sustentado durante todo esse tempo a mesma versão, a psicanalista, psiquiatra e psicóloga que integra a equipe, trabalhou insistentemente junto, levando-o para o mesmo local em que ele afirmou ter visto as três pessoas.
Fernanda LagesA perita propôs hipnotizar o vigilante para investigar a veracidade de seu depoimento, prestado também à Polícia Civil na primeira fase da investigação, mas ele não concordou, preferindo repetir tudo que dissera durante todos os interrogatórios realizados durante os dois inquéritos, um na Civil e outro na Polícia Federal.
Sem contato
Consta que os peritos ainda não fizeram contatos com os representantes do Ministério Público, responsáveis pelo pedido da realização da "necropsia psicológica" à Secretaria de Segurança Pública, que teve a iniciativa de solicitar os peritos do Distrito Federal, que estão no Piauí há quase um mês.
Outros procedimentos foram solicitados, como a identificação do homem que estaria na companhia de Fernanda e Nairinha naquela madrugada, cerca de duas horas e meia antes de Fernanda ser encontrada morta.
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